
desvio para o vermelho foi uma ocupação no Teatro Cacilda Becker/ Rio de Janeiro idealizada com Helena Vieira e Flavia Meireles, incluindo apresentações e debates em torno da dança contemporânea e da filosofia.
Carolina Goulart

desvio para o vermelho foi uma ocupação no Teatro Cacilda Becker/ Rio de Janeiro idealizada com Helena Vieira e Flavia Meireles, incluindo apresentações e debates em torno da dança contemporânea e da filosofia.
Carolina Goulart

Projeto contemplado pelo FADA 2012/ Secretaria Municipal de Cultura –RJ, promoveu a circulação de dança contemporânea em domicílio e do vídeo fora de campo por 15 bairros da cidade do Rio de Janeiro (Andaraí, Tijuca, Grajaú, Pavuna, Bangu, Leme, Copacabana, Santa Teresa, Laranjeiras, Glória, Cosme Velho, Centro, Lapa, Glória e Maré). O projeto foi documentado através de um blog e gerou também o livro dança contemporânea em domicílio, lançado em 2013.

Olhares sobre o corpo é um festival que surgiu na cidade de Uberlândia-MG, no ano de 2004, com a necessidade de complexificar o pensamento sobre o corpo e sua relação artístico-geográfica e sociocultural no Triângulo Mineiro. Tal empreitada se baliza a partir da relação contemporânea com as artes do corpo e se apresenta de forma a pesquisar as interfaces integrantes desse pensamento como a dança, as artes visuais e a performance. A 10ª edição do Olhares sobre o corpo acontece de 09 a 15 de dezembro de 2013 em diversos espaços da cidade e conta com uma programação diversificada que engloba espetáculos, lançamento de livro, performances, oficinas e discussões numa correalização com a Universidade Federal de Uberlândia.

Numa co-realização do Instituto Itaú Cultural, Dicult/PROEX/UFU e Curso de Dança da UFU, o evento contou com apresentações de trabalhos de dança, mesas de debates e oficina dos artistas selecionados pelo Programa Rumos Dança 2012-2014 Alejandro Ahmed, Clarissa Sacchelli, Cláudia Müller, Leonardo França e Marilla Vellozo.

O projeto Circulandô: ações artísticas e formativas do Curso de Dança da UFU, coordenado pelos professores Alexandre Molina e Cláudia Müller e realizado em conjunto com os discentes da 1ª turma do curso de Dança; é uma iniciativa pioneira para consolidar a formação dos primeiros futuros egressos do curso. O projeto realiza uma série de ações artísticas e formativas na área da Dança, voltadas para a comunidade interna e externa à UFU, inclusive nos seus Campi fora de sede. Através das atividades desenvolvidas, os discentes participam de todas as etapas da realização de uma ação de criação e circulação de espetáculos, incluindo pesquisas e processos de criação para seus trabalhos artísticos, produção, divulgação, montagem, apresentação, realização de oficinas, captação de recursos e prestação de contas.
O II circulandô: ações artísticas e formativas do Curso de Dança da UFU consiste na 2ª edição do projeto, coordenado pelos professores Alexandre Molina e Cláudia Müller e realizado em conjunto com os discentes do curso de Dança. É uma iniciativa pioneira para consolidar a formação dos futuros egressos do curso. O projeto realiza uma série de ações artísticas e formativas na área da Dança, voltadas para a comunidade interna e externa à UFU, inclusive nos seus Campi fora de sede. Através das atividades desenvolvidas, os discentes participam de todas as etapas da realização de uma ação de criação e circulação de espetáculos, incluindo pesquisas e processos de criação para seus trabalhos artísticos, produção, divulgação, montagem, apresentação, realização de oficinas, captação de recursos e prestação de contas.

Curadora convidada da 10ª Bienal Sesc de Dança (ações formativas)
Entre os dias 14 e 24 de setembro de 2017, o Sesc São Paulo realiza em Campinas a décima edição da Bienal Sesc de Dança. O festival mantém o compromisso de apresentar ao público um panorama diversificado da produção artística e do pensamento sobre a linguagem por meio de espetáculos, performances, instalações, debates, oficinas, exibições de documentários, lançamentos de livros e conversas entre criadores.
As atividades que compõem a programação do festival revelam a potência da dança contemporânea em propor reflexões sobre o agora e todas as urgências que ele nos apresenta, sem perder de vista as conexões com a história e estabelecendo diálogos com possíveis memórias da dança.
Essa edição da Bienal ocupará, além de espaços do Sesc Campinas, equipamentos da cidade como o Teatro José de Castro Mendes, a Estação Cultura, o Museu da Imagem e do Som (MIS), o CIS Guanabara, Unicamp e praças da cidade. Durante 11 dias, serão mais de 80 apresentações de companhias de diferentes estados brasileiros (BA, MG, PI, PR, RJ, SC, SP), e ainda representantes da Argentina, Bélgica, Burquina Faso, Chile, Itália, Japão e Uruguai.